Sistema Eletrônico de Administração de Conferências, VII CONNEPI - Congresso Norte Nordeste de Pesquisa e Inovação

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Perfil microscópico de polpa congelada de maracujá comercializada em supermercados de Limoeiro do Norte-CE
Zulene Lima de Oliveira, Sebastiana Cristina Nunes Reges, Auriana de Assis Regis, Germana Conrado de Sousa, Pahlevi Augusto de Sousa, Evando Luis Coelho

Última alteração: 2012-10-16

Resumo


Resumo: A polpa de fruta congelada é o produto não diluído, não concentrado, não fermentado obtido a partir de frutos polposos por processos tecnológicos adequados, sendo posteriormente conservada por processos incluindo pasteurização ou congelamento. É utilizada como matéria prima na elaboração de doces, geléias, compotas, sorvetes, bolos e principalmente sucos.  A polpa de fruta deverá ser obtida de frutas frescas, sãs, limpas e maduras, ausente de terra, sujidades, parasitas, fragmentos de insetos e pedaços das partes não comestíveis da fruta. Devem ainda estarem ausentes substâncias estranhas que não da sua composição normal, observando-se também a presença ou ausência de sujidades, parasitas e larvas. Matérias estranhas são qualquer material não pertencente ao produto, que seja associado a condições de práticas inadequadas de produção, estocagem ou distribuição, incluindo sujidades (leves, pesadas e as separadas por peneira), material decomposto (tecidos podres) e miscelâneas (vidro, areia, ferrugem e terra) e aqueles de natureza biológica (insetos, larvas, parasitas, pêlos de roedores). Indústrias sem controle e fiscalização da produção contribuem para um produto com aspecto inferior quanto à qualidade e sanidade oferecendo dessa forma riscos à saúde do consumidor. A adoção de Boas Práticas de Fabricação apresenta-se de fundamental importância para obterem-se produtos finais que atendam ao Padrão de Identidade e Qualidade. O estudo realizado objetivou avaliar o perfil microscópico em 25 amostras de polpas congeladas de maracujá comercializadas em supermercados da cidade de Limoeiro do Norte- CE, verificando o atendimento ou não aos padrões da legislação. A metodologia da análise adotada seguiu recomendação do Atlas de Microscopia Alimentar. A pesquisa microscópica demonstrou a presença de matérias estranhas compostas por sementes e seus resíduos na marca A e principalmente na marca C além da verificação do aspecto esverdeado de sua coloração, evidenciou-se que as mesmas encontraram-se inadequadas ao consumo. Somente a marca B apresentou-se dentro dos padrões da legislação.


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