Sistema Eletrônico de Administração de Conferências, VII CONNEPI - Congresso Norte Nordeste de Pesquisa e Inovação

Tamanho da fonte: 
Quantificação da microbiota fúngica presente em plantas medicinais comercializadas em feira popular de Currais Novos - RN
Francisco Angelo Gurgel da Rocha, Letícia Karina de Medeiros Rodrigues Bezerra, Joyce Azevedo Bezerra de Souza, João Ricardo Galvão Bezerra, Eduarda Denyse Medeiros de Pontes, Magnólia Fernandes Florêncio de Araújo

Última alteração: 2012-08-05

Resumo


Os vegetais, desde o primórdio da história humana, tem sido utilizados com finalidades terapêuticas. Cerca de 75% da população mundial utiliza plantas medicinais na cura e prevenção de seus males. Apesar da sua aceitação e eficácia reconhecida, a qualidade do produto disponível ao consumidor nas feiras livres pode não ser adequada, dada a presença de contaminantes biológicos, em especial de fungos. O presente trabalhou objetivou a quantificação da presença de bolores e leveduras em amostras de 5 plantas medicinais diferentes, disponíveis ao consumidor na feira livre da cidade de Currais Novos, a saber: Pepaconha (raiz), Cumaru (casca), Cajueiro (casca), Ameixa (casca) e Boldo (folha). Os resultados obtidos foram cruzados com os limites recomendados pela OMS, classificando-as como adequadas ou não ao consumo por humanos.  Foram realizadas diluições decimais seriadas de 10-1 a 10-6, posteriormente semeadas em placas contendo Agar Batata Dextrosado acidificado (PDA), incubadas a 25±1°C/5dias. Observou-se contagens variáveis, de 6,0x102 a 5,0x106 UFC/g, em concordância com a planta testada. A menor contagem foi observada entre as amostras de boldo.  As maiores contagens por sua vez, foram observadas entre as cascas de cajueiro. Cem por cento das amostras de ameixa, cajueiro, pepaconha e cumarú foram consideradas inadequadas ao consumo humano.

Texto completo: PDF