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A Mona Lisa Maranhense:um olhar hermenêutico sobre a obra de arte à luz do benefício trazido a vida dos moradores de Maruim e Mangue Seco
Adriana Beserra silva, Anderson Pereira Bezerra

Última alteração: 2012-09-19

Resumo


O presente trabalho tem como referência uma obra artística Renascentista de Leonardo da Vinci, a pintura de Mona Lisa, relacionada aos conceitos artísticos fundamentais para a criação da Mona Lisa maranhense: “sampleamento e estranhamento”. O samplear se concretiza na criação por recorrer à releitura de uma obra, e o estranhamento, ao tirar o véu e trazer à luz o verdadeiro benefício trazido à vida dos moradores das palafitas Maruim e Mangue Seco através do Programa Federal de Habitação chamado PAC - Programa de Aceleração do Crescimento, localizadas à margem do Rio Anil no Bairro da Camboa em São Luís – Ma. O questionamento é “da palafita ao apartamento/ transformação ou conservação da pobreza? Nessa perspectiva de análise é que o pensamento do filósofo hermeneuta Hans Gadamer se faz presente, a Mona Lisa de Da Vinci, que já foi porta voz de vários artistas consagrados como Botero e Duchamp. Desta forma, o modo de ser da Mona Lisa de Da Vinci se torna presente na Mona Lisa maranhense, reatadas pelo ato inventivo possibilitado pelo que Gadamer chama de “ação de copiar”, ou seja, a relação do “quadro original” com o quadro “copiado” que torna a obra viva através da interpretação.


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