Sistema Eletrônico de Administração de Conferências, VII CONNEPI - Congresso Norte Nordeste de Pesquisa e Inovação

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Germinação e desenvolvimento inicial de variedades de alho comum, em sistema de cultivo orgânico no Vale-do-Açu
João Pedro de Morais Figueiredo, Bernardo Bezerra Araújo junior, Fernando Mendes, Alice Melo, Marilia Fernandes

Última alteração: 2012-08-28

Resumo


Com o objetivo de avaliar a taxa de germinação e o desenvolvimento inicial de diferentes variedades de alho tipo comum, em sistema de cultivo orgânico no Vale-do-Açu, no estado do Rio grande do Norte, foi conduzido na Horta Didática Experimental da Fazenda-Escola do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN - Câmpus Ipanguaçu), um ensaio durante o mês de julho de 2012, com delineamento experimental em blocos casualizados, com quatro repetições e seis tratamentos referentes as variedades de alho comum Branco Mossoró, Mexicano, Gravatá, Centenário, Cateto Roxo e Caturra. As características avaliadas foram taxa de germinação dos bulbilhos e desenvolvimento inicial aos 20 dias após a semeadura, a partir do comprimento da parte aérea. Os maiores valores para taxa de germinação foram observados na variedade Branco Mossoró, com germinação de 75,6% dos bulbilhos plantados, porém esta não diferiu das taxas observadas nas variedades Mexicano e Centenário, com 66,3 e 63,1%, respectivamente, no entanto, apresentou-se superior às observadas nas variedades Gravatá, Cateto Roxo e Caturra, com 41,9; 51,3 e 54,4%, respectivamente. Para desenvolvimento inicial, a partir do comprimento da parte aérea aos 20 dias após a semeadura, as maiores médias foram observadas na variedade Centenário, com cerca de 18,7 cm, porém não diferiu estatisticamente da Branco Mossoró, com 17,6 cm, sendo estas superiores as demais.

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