Sistema Eletrônico de Administração de Conferências, VII CONNEPI - Congresso Norte Nordeste de Pesquisa e Inovação

Tamanho da fonte: 
Determinação da Atividade Antioxidante, in vitro, da casca de Ximenia americana L., pelo método DPPH
Thayane Melo de Queiroz, Emanoel Laurertan Tavares França, Ana Raquel Araújo Silva, Ana Angélica Mathias Macêdo

Última alteração: 2012-08-27

Resumo


A humanidade começou a utilizar os recursos terapêuticos das plantas através do consumo de chás. No entanto, foi apenas no século XX com a descoberta de métodos analíticos e ensaios farmacológicos que ocorreu o avanço das pesquisas desses chás, contribuindo para a identificação de substâncias ativas no organismo humano. Dentre as diversas plantas medicinais utilizadas popularmente encontra-se a Ximenia americana L. Sendo que sua casca é utilizada para fins medicinais, tais como: inflamações da boca e da garganta, adstringentes, cicatrização de ferimentos e úlceras. As cascas da Ximenia americana L. foram adquiridas na cidade de Baturité-CE e o teor de antioxidantes foi determinado pelo método DPPH. O extrato etanólico da casca da ameixa apresentou EC50 igual a 156,4 ± 0,07 μg/mL. Por meio dos resultados obtidos, conclui-se que o extrato etanolico da casca da ameixa possui satisfatória capacidade de sequestrar radicais livres. Diante dos resultados sugere-se que a casca da ameixa-brava (Ximenia americana L.) deve ser utilizada com mais frequência no setor farmacêutico, uma vez que previne doenças e é uma forma de cura rápida e de baixo custo, beneficiando principalmente a população de baixa renda.

 


Texto completo: PDF