Sistema Eletrônico de Administração de Conferências, VII CONNEPI - Congresso Norte Nordeste de Pesquisa e Inovação

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AS IMPLICAÇÕES DOS RECURSOS MIDIÁTICOS NA PRÁTICA DOCENTE E NA AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM DO ALUNO
Elisângela Campos Damasceno

Última alteração: 2012-08-20

Resumo


Este artigo procurou evidenciar a relevância do uso dos recursos midiáticos na prática docente e na avaliação da aprendizagem do aluno. Teve por objetivo geral analisar as implicações dos recursos midiáticos na prática docente e na avaliação da aprendizagem do aluno do Ensino Médio. Para tanto, foram delineados, como objetivos específicos: verificar se o professor utiliza os recursos midiáticos na sua prática pedagógica e como os utiliza; caracterizar a prática docente em sala de aula e identificar a forma de avaliação da aprendizagem realizada pelo professor com o aluno. A metodologia adotada pautou-se por uma revisão bibliográfica seguida por uma pesquisa de campo realizada com um público de cinco professores da Rede Estadual de Ensino da cidade de Paulistana-PI. Para fundamentar este trabalho, foram levados em consideração, autores, como: Belloni (2001), Freire (1996), Libâneo (1991), Moran (2000), dentre outros aportes teóricos que fundamentaram este estudo e que contribuíram, decisivamente, para a análise e a interpretação dos dados obtidos. Os principais resultados obtidos foram que os professores da unidade escolar investigada se caracterizaram, em sua maioria, como intermediários, ou seja, começaram, timidamente, a inserir os recursos midiáticos na prática docente e na avaliação da aprendizagem, no entanto, ainda existem vestígios do tradicionalismo. Observou-se, também, ao longo da pesquisa, que ainda há um vasto caminho a ser percorrido porque um grande número de professores continua “fechado” a experimentar novas formas de ensinar, aprender e avaliar. Entretanto, a evolução das mídias continuará ocorrendo e oferecendo uma variedade de possibilidades pedagógicas que, se postas em prática, poderão dinamizar o processo de ensino e aprendizagem. Mas, para isso, os professores precisam demonstrar interesse pelas inovações pedagógicas. Caso contrário, conviveremos com uma escola “morta”, presa ao passado e distante das tecnologias educativas.


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