Sistema Eletrônico de Administração de Conferências, VII CONNEPI - Congresso Norte Nordeste de Pesquisa e Inovação

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SER “VERDE” COMO NECESSIDADE DE SOBREVIVÊNCIA NO MERCADO: PANORAMA DA GESTÃO AMBIENTAL EM EMPRESAS ALAGOANAS.
José Jenivaldo Melo Irmão, Andrea Gomes Santana Melo, Hélio Lazarini, Lydayanne Lilás Melo Nobre

Última alteração: 2012-08-30

Resumo


Resumo: A universalização da degradação suscitou o aparecimento de teorias de proteção ambiental e conflitos de interesses entre preservacionistas e as representações do sistema produtivo, em virtude das dificuldades impostas pelas empresas para internalizar as suas externalidades negativas de forma eficiente. O panorama é modificado com o surgimento de uma gama de legislações ambientais no Brasil, exigindo novas condutas de gestão empresarial. São inquietações que se aplicam ao setor empresarial alagoano com atividades historicamente degradantes, motivando esta pesquisa cujo objetivo é identificar o perfil dos processos de gestão ambiental das principais empresas industriais e de serviços no tocante a internalização dos custos ambientais entre 2007 a 2010. Para tanto, se procedeu a um levantamento bibliográfico, seguindo-se de coleta de dados através da aplicação de questionário fechado com estabelecimentos de abrangência multinacional, nacional e local. Os dados indicam que a mudança de postura em primeiro lugar visou atender a legislação ambiental, entretanto na sequência passou a ser um elemento para agregar valor à empresa, através de melhoria da imagem junto aos clientes interno e externos, fornecedores, instituições de financiamento e órgãos fiscalizadores, além da redução de custos de produção e desperdício. Assim, constatou-se que a inserção da variável ambiental nos programas de gestão das empresas alagoanas é imprescindível para a sua competitividade e lucratividade, além de ditar o crescimento ou estagnação no médio e longo prazo.

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