Sistema Eletrônico de Administração de Conferências, VII CONNEPI - Congresso Norte Nordeste de Pesquisa e Inovação

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ANÁLISE DO NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA HABITUAL E PRONTIDÃO PARA PRÁTICA DE ATIVIDADES FÍSICAS DOS ADOLESCENTES DO INSTITUTO FEDERAL DO TOCANTINS - IFTO
Rafael da Silva Ferreira

Última alteração: 2012-08-30

Resumo


É consensual o fato de que altos níveis de atividade física e melhor aptidão física contribuem decisivamente para uma existência saudável e é um consenso entre os profissionais ligados à saúde que seu aprimoramento e manutenção são fundamentais para uma boa qualidade de vida, diminuindo o risco de desenvolver doenças cardíacas, cânceres, diabetes, osteoporose e outras doenças crônicas. O fato de que a prática regular de atividade física em qualquer idade é fundamental para diminuir a instalação e incubação precoce de doenças crônico-degenerativas, e consequentemente promover maior longevidade e qualidade de vida é a justificativa deste artigo, que teve como objetivo analisar o nível da prática de atividade física habitual e a prontidão para a prática de atividade física dos adolescentes do IFTO – Campus Araguaína. Para isso foi realizado um estudo de campo, aplicando os questionários Ipaq (versão curta) e Par-q a uma amostra composta por 50 alunos com idade média de 14,7 anos, sendo 25 do sexo feminino e 25 do sexo masculino. Os resultados obtidos, através do IPAQ, foram de “Ativos” (56%), “Sedentário” (6%), “Insuficientemente Ativo” (18%), e “Muito Ativo” (20%). Analisando os dados do PAR-Q, observamos que 68% dos estudantes do sexo masculino e 84% do sexo feminino estão aparentemente aptos para a prática de exercícios físicos, porém 32% dos estudantes do sexo masculino e 16% do feminino devem procurar um médico para fazer uma avaliação mais precisa, já que responderam “SIM” em pelo menos uma das questões do instrumento PAR-Q. Para prática de atividade física faz-se necessário, em primeiro lugar, submeter-se a uma boa avaliação médica e física, respeitando a relação risco/benefício.

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