Sistema Eletrônico de Administração de Conferências, VII CONNEPI - Congresso Norte Nordeste de Pesquisa e Inovação

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Atividade antioxidante pelo método DPPH de extrato vegetal da casca da aroeira (Myracrodruon urundeuva Fr. All.)
Emanoel Laurertan Tavares França, Thayane Melo de Queiroz, Ana Raquel da Silva Araújo, Ana Angélica Mathias Macêdo

Última alteração: 2012-09-10

Resumo


A utilização de recursos terapêuticos das plantas começou através do consumo de chás, que eram utilizados normalmente em rituais sagrados. Hoje em dia a utilização de plantas como fonte de cura é conhecido por fitoterapia. Na busca por novos medicamentos, tem-se aproveitado a biodiversidade vegetal do nordeste. A casca da aroeira é muito rica em tanino e outras substâncias fenólicas, contendo também como princípio ativo, flavonoides, taninos e seus percussores. O objetivo do presente trabalho foi preparar extratos etanólico, e avaliar a capacidade de sequestrar radicais livres. Um dos métodos utilizados para determinar a atividade antioxidante desses compostos consiste em avaliar a atividade sequestradora do radical DPPH (2,2-difenil-1-picril-hidrazila). Todos os solventes e reagentes utilizados foram analiticamente puros, as medidas de absorção foram realizadas em espectrofotômetro digital. As cascas da aroeira foram coletadas no município de Baturité-CE. Após coleta foi colocada em estufa a 105 ºC, em seguida, pulverizada, peneirada e armazenada à temperatura ambiente, em recipiente hermeticamente fechado até utilização. Para obtenção do extrato etanólico, o pó da casca da aroeira foi submetido à extração com etanol 96% à temperatura ambiente, por sete dias.  O extrato foi dissolvido em metanol absoluto e foram feitas diluições seriadas, todas em triplicata. As leituras no espectrofotômetro foram realizadas em 515 nm. A partir dos valores obtidos foram realizadas médias para obter-se o índice de varredura. Um gráfico de regressão linear foi produzido e calculado o EC50. O extrato de aroeira apresentou uma EC50 de 0,789 ± 0,004. Por meio dos resultados, obtidos, observa-se que o extrato etanólico da casca da aroeira apresentou satisfatória capacidade de sequestrar radicais livres. Entretanto, estudos posteriores serão feitos no intuito de confirmar essa ação utilizando outros radicais livres.


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