Sistema Eletrônico de Administração de Conferências, VII CONNEPI - Congresso Norte Nordeste de Pesquisa e Inovação

Tamanho da fonte: 
ANÁLISE SOCIOAMBIENTAL DA FEIRA LIVRE DO MUNICÍPIO DE BRAGANÇA-PA
edilene dos santos ferreira

Última alteração: 2012-09-18

Resumo


Resumo: O presente artigo objetiva apresentar dados estatísticos coletados mediante pesquisas de campo e científica sobre os processos de desenvolvimento e organização da vida social, política, cultural e histórica da feira livre de Bragança-PA. Nele enfatizaram-se levantamentos histórico e social sobre a importância que esse espaço assume diante de uma cidade, ainda conservadora, em processo de desenvolvimento. Nessa perspectiva, a feira livre está organizada em redes de crescimento, organização social e nas suas respectivas subdivisões: os feirantes, os consumidores, os tipos de poluição, as ações das políticas públicas que atuam neste processo. Diante destas transformações, que ocorrem na feira livre de Bragança é necessário que se compreenda o processo de urbanização e crescimento que ocorre ao redor das feiras livres dos países em desenvolvimento, que, além disso, proporcionam: ponto de encontros, lembranças, roda de amigos, vendas, compras, barulho, enfim, um espaço que movimenta uma enorme massa de pessoas todos os dias. Para o desenvolvimento da pesquisa utilizamos a observação direta in lócus que demonstrou eficácia no processo de descrição e análise dos impactos ambientais provocados pela formação das feiras livres. Já no trabalho de campo, planejado de acordo com a frequência de circulação e concentração de pessoas na feira livre preferiu-se à aplicação de entrevistas formais e informais; as formais com os feirantes e com as Secretarias de Planejamento e Infraestrutura do município, enquanto que as informais foram aplicadas aos consumidores. Após as análises, ficou em evidência, que o nível de depreciação da feira livre do município de Bragança é marcado pela falta de higiene, padronização e organização dos equipamentos e espaços de venda e, também, pela manipulação inadequada dos alimentos, pelos tipos de poluição e pela falta de educação ambiental dos agentes envolvidos nessa dinâmica.


Texto completo: PDF