Sistema Eletrônico de Administração de Conferências, VII CONNEPI - Congresso Norte Nordeste de Pesquisa e Inovação

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Análise do desempenho das argamassas de revestimento empregadas nos novos empreendimentos de engenharia da região de Mossoró-RN.
Aline Crisnir Torres, Brenna Karoline Alves Aires, Lucas Taffarel Faustino Costa

Última alteração: 2012-09-04

Resumo


Com este trabalho, objetivou-se pesquisar o desempenho da argamassa para revestimento interno de alvenaria e concreto produzida e utilizada nos empreendimentos construtivos da região de Mossoró–RN. Foram visitadas duas construtoras distintas às quais vamos nos referir como Empresa A e Empresa B, responsáveis por empreendimentos construtivos de médio e grande portes. Após a aquiescência dos engenheiros responsáveis pelas obras de ambas as empresas, deu-se início ao processo de coleta da argamassa por elas produzida e à moldagem de 15 corpos de prova de cada uma delas, totalizando 30, que foram encaminhados ao laboratório de Construção Civil do IFRN – Câmpus Mossoró para passarem por processos de simulação do ambiente construtivo e de ensaios laboratoriais regulamentados pela NBR 7215.

Passados 7 dias de cura ao ar livre, 5 corpos de prova de cada empresa foram submetidos, de acordo com a NBR 13279, a uma máquina retificadora e, posteriormente, por ensaio de compressão e tensão por ruptura.

Obtiveram-se os seguintes resultados: os 5 corpos de prova da Empresa A apresentaram uma média de 0,8296 Mpa, enquanto os da Empresa B tiveram uma média de 0,5759 Mpa. Observou-se que, no traço de argamassa, a Empresa A utilizava, na composição daquela, areia fina como agregado miúdo, enquanto que, no traço de argamassa da Empresa B, era utilizado arisco. Devido às características inferiores do arisco em relação às da areia fina, houve uma queda na resistência da argamassa B, ao ser submetida a esforços mecânicos. Pode-se concluir que, diante desses resultados, a escolha dos materiais, bem como o estudo das características destes, são fundamentais para uma melhoria do desempenho da argamassa e de suas funções. Posteriormente aos 28 dias de cura, os demais corpos de prova serão submetidos a novos ensaios, que contribuirão para que a pesquisa seja concluída.


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