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Agroecossistemas familiares do Agreste Potiguar: Um estudo sobre a sustentabilidade em Bom Jesus – RN
Ranielle Freire da Silva, Valdenildo Pedro da Silva

Última alteração: 2012-12-13

Resumo


O surgimento do termo sustentabilidade tem despertado o interesse de vários segmentos da sociedade. Dentre esses segmentos destaca-se o da agricultura ou da produção agrícola que vem sendo modificado por práticas e princípios da Revolução Verde, necessitando ser permanentemente avaliados quanto a sua sustentabilidade.  Portanto, trata-se de uma pesquisa do tipo estudo de caso que objetiva avaliar a sustentabilidade dos agroecossistemas familiares situados no município de Bom Jesus, no Rio Grande do Norte. A avaliação foi realizada por meio da comparação de dois agroecossistemas familiares, sendo um alternativo e outro convencional. Para trazer à tona os níveis de sustentabilidade dos agroecossistemas foram selecionados 6 indicadores compostos, a saber: Situação Econômica, Recurso Hídrico, Qualidade do solo, Diversidade, Trabalho e suas Relações e Autogestão, que foram mensurados a partir de aportes teóricos, observações in loco, entrevistas semiestruturadas e análises laboratoriais de amostras de solo e água dos dois agroecossistemas. Para a coleta de dados, utilizamos entrevistas semiestruturadas e pesquisa de campo com os agricultores e seus familiares, procurando contemplar informações sobre as dimensões ambiental, econômica e social das unidades de produção, o que nos permitiu dá início à estrutura operativa do MESMIS. Os resultados obtidos com esse primeiro ciclo de avaliação foram os de que o agroecossistema alternativo é mais sustentável em suas dimensões socioeconômicas e ambiental em relação ao agroecossistema convencional.

 


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