Sistema Eletrônico de Administração de Conferências, VII CONNEPI - Congresso Norte Nordeste de Pesquisa e Inovação

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ESTUDO MATEMÁTICO DAS FERRAMENTAS UTILIZADAS PELOS CARPINTEIROS FLUVIAIS EM PARINTINS – AMAZONAS
Cezar Marinho Marinho da fonseca

Última alteração: 2012-08-24

Resumo


esumo: A Matemática está presente desde o início da História da Humanidade. A Etnomatematica  surgiu na década de 1970, devido a criticas relacionada a forma com que se ensinava a matemática, e pode ser desenvolvida e aplicada no nosso cotidiano facilitando a aprendizagem através de sua prática. A etnomatemática é a matemática praticada por grupos culturais distintos e que são identificados como sociedades indígenas, grupos de trabalhadores, classes profissionais, grupo de crianças de certa idade, entre outros. Ao mesmo tempo em que um sistema de conhecimento matemático sistematizado estava se desenvolvendo nas civilizações ao redor do Mar Mediterrâneo, os povos indígenas da Amazônia também estavam desenvolvendo maneiras específicas de conhecer, entender, compreender e lidar com o próprio meio-ambiente.  Neste mesmo período, outras civilizações presentes na China, nos Andes, nas áreas sub-saarianas do continente Africano, estavam igualmente desenvolvendo modos diversos e únicos para conhecer e compreender o ambiente no qual estavam inseridos. Hoje podemos encontrar a etnomatematica sendo desenvolvida em diversas culturas e de diversas formas, sempre com o intuito de melhorar e facilitar o que é essencial para a sobrevivência do individuo. Não obstante é observável que o conhecimento matemático está enraizado no artesanato local, nas formas, esculturas e pinturas as quais são aplicações de conceitos matemáticos que foram repassados de geração a gerações, mas especificamente em Parintins a uma cultura herdada dos indígenas, a construção de canoas e barcos, o conhecimento mantido por um grupo de artesões fluviais  que ainda mantém as técnicas repassadas por seus antepassados.

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