Sistema Eletrônico de Administração de Conferências, VII CONNEPI - Congresso Norte Nordeste de Pesquisa e Inovação

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OBTENÇÃO DE ÓLEO DE AMÊNDOA DE CASTANHA DE CAJU POR PROCESSOS DE IMERSÃO E IMERSÃO POR REFLUXO
Ana Carolina de Oliveira Nobre

Última alteração: 2012-08-30

Resumo


Nos últimos anos, vem crescendo o interesse pelo consumo de alimentos benéficos à saúde e que reduzam o índice de doenças coronarianas na população. Alimentos que contém ácidos graxos insaturados apresentam a propriedade de reduzir o nível de colesterol sérico no corpo, diminuindo o risco dessas enfermidades. O óleo de amêndoa de castanha de caju apresenta altas concentrações de ácidos graxos insaturados (oléico e linoléico), sendo uma alternativa favorável ao mercado agroindustrial. Nesse trabalho avaliou-se a extração de óleo de amêndoa de castanha de caju por processos de imersão e imersão associada ao refluxo (Soxhlet), ambos com o uso de etanol ou hexano como solventes. Foram avaliados o rendimento dos processos e os valores de acidez e cor dos óleos obtidos. Os rendimentos obtidos foram de 12,4% por imersão em etanol, 34,7% por imersão em hexano, 57,6% por refluxo em etanol e 100% por refluxo em hexano. A utilização do etanol como solvente alternativo ao hexano apresentou menores rendimentos e gerou óleos com maior acidez. O processo de imersão e refluxo foi mais eficiente que a imersão, porém gerou óleos de coloração mais escura. Mais testes deverão ser realizados buscando maior eficiência da extração com etanol, visto que esse é um solvente menos agressivo ao homem e ao meio ambiente.  

 


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