Sistema Eletrônico de Administração de Conferências, VII CONNEPI - Congresso Norte Nordeste de Pesquisa e Inovação

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A prática do bullying aos alunos do Curso Técnico em Secretariado do IFAP, Campus Laranjal do Jari
Igor Costa, Karoline Fernandes Siqueira, Erica Lueza Gomes dos Santos, Aldenyce Rodrigues Tertuliano, Vinícius Batista Campos

Última alteração: 2012-07-19

Resumo


O curso técnico em Secretariado integrado ao ensino médio do Instituto de Educação, Ciência e Tecnologia do Amapá, Câmpus Laranjal do Jari, implantando no ano 2011, teve grandes dificuldades na composição da sua primeira turma, mesmo sendo um curso aclamado pela população e escolhido em audiência pública. No processo seletivo, das 40 vagas ofertadas, 24 foram preenchidas por alunos abaixo da média exigida em edital, dos cursos de informática e meio ambiente. A composição heterogênea, com faixa etária entre 14 a 41 anos, em que a maioria dos discentes não sabia nenhuma informação sobre curso, atribuições, qualificação profissional, mercado de trabalho, áreas de atuação, oportunidades de gestão, o que contribuiu com as práticas de bullying aos alunos de 1º e 2º ano do curso e o silêncio por parte dos que eram vitimados. A pesquisa visa, com a aplicação de 80 questionários quanti e qualitativo de 11 questões, configurar um cenário sobre a reflexão dos entrevistados em serem alvo de comportamentos inadequados, de forma rotineira e repetitiva.  Pelos resultados, observou-se que 30% dos praticantes eram colegas de sala de aula, 45% eram alunos de outros cursos, 20% eram da comunidade externa à instituição e 5% faziam parte do ambiente familiar. Notou-se que as consequências foram nocivas em diversos meios da vida pessoa, repercutindo na saúde, na qualidade no ambiente escolar, no convívio com professores, envolvendo a satisfação com a escolha profissional e estímulos que despertem competências e habilidades, gerando no final transtornos psicológicos como baixa auto estima, sentimentos de inferioridade, depressão, insegurança, evasão do curso, baixas publicações em eventos científicos, ausência em participação de eventos pedagógicos, pouca produção nas atividades extensionistas.

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